15/04/2012

Can't seem to get enough of cupcakes!


São lindos e uma delícia... Sim, requerem tempo, dedicação e atenção ao detalhe, no entanto, depois de terminados e dispostos assim todos juntinhos percebo que vale a pena fazer passar umas horitas a fazer cupcakes.
Estes foram direitinhos para as minhas colegas do escritório. Desapareceram no próprio dia, pois claro!

Há dois dias comprei um livro de cupcakes e muffins com um desconto bem interessante. Pode ser que me dê mais umas ideias para os próximos. Mas o que comprei não era bem o que eu queria, pois ando à procura de um livro de cupcakes vegan. Já o vi pelo amazon, mas ainda está carote... Vou esperar mais um pouquinho.

Para terminar o post de hoje, algumas linhas para um assunto que me tem interessado bastante nos últimos tempos: ervas daninhas comestíveis.
Descobri há uns dias que o trevo é comestível (sim, o trevo que cresce em todo o lado!). Não só é comestível como tem propriedades nutricionais fantásticas! Vejam só esta salada (tirei daqui)... Tem um ótimo aspeto :)


Entre outras plantinhas comestíveis encontram-se a alfazema, rosa (pétalas), amores-perfeitos, etc... Digo-vos que fazem um vistão numa salada ou sobremesa. Vale bem a pena investigar mais sobre isto.

Bom domingo para tod@s.

11/04/2012

O tempo não estica...

Ai queria tanto fazer uns cupcakes esta noite, mas infelizmente acho que não vou ter tempo. Ainda tenho tanto trabalho para fazer... :(
Ai que saudades de Portugal também...
Bom, tenho de parar de me lamentar, caso contrário acabo por não fazer nada!

10/04/2012

I love ebay!!

Sou uma apaixonada pelo Ebay, apaixonadíssima aliás!
Encontra-se de tudo um pouco e, sabendo procurar, a preços fantásticos! Verdadeiras pechinchas que nos chegam a casa qual presentinhos de Natal - claro que temos de ser nós a gastar o dinheiro, mas pronto, fica a intenção. Todos os dias faço uma visitinha ao site, vou acrescentado a minha "watch list" com produtos que gostaria de poder comprar (na maioria das vezes fico-me mesmo só pelo "gostaria"...).
Exemplos de coisas que tenho na minha lista:
cupcake stand;
cupcake kitchen timer;
Tala icing bag;
Crocs shoes

09/04/2012

Um negócio? Hmmm, n sei...

Tenho as amigas à perna a dizerem-me que devia fazer os meus bolinhos para venda :) Já me estão a meter ideias na cabeça...
Vou pensar nisso...

Associação para a preservação do burro - Burricadas

http://www.burricadas.org/


Há uns dias vi uma notícia no telejornal que dava conta do número crescente de burros abandonados em Portugal. O burro normalmente é mantido como animal de trabalho e, segundo a notícia, geralmente o abandono está ligado à impossibilidade de continuar a trabalhar devido à idade avançada. Isto resulta no abandono ou... abate.
Existem ainda histórias muito dolorosas de maus tratos, subnutrição e muito mais...
Felizmente existem associações como a Burricadas que resgata os burros, salvando-os de um destino infeliz. Convido-os a darem uma espreitadela ao website para conhecerem os burrinhos que a associação acolheu e as suas histórias de sucesso. Para os mais sensíveis fica no entanto o aviso: as histórias de vida destes animais são bastante comoventes!
E... porque não apadrinhar um destes dóceis animais? Basta uma quantia simbólica de 25 euros por ano para que façam uma diferença abismal na sua vida!  

08/04/2012

Ops, fugi? Não, estou aqui mesmo!



Enveredei pelo caminho do vegetarianismo há cerca de 7 anos. Há uns 3 ou 4 acabei por, naturalmente, tornar-me vegan (ou vegana), isto é, para além de não ingerir carne nem peixe, não como qualquer produto de origem animal. Não gosto particularmente de catalogar estas coisas, mas compreendo que por vezes é mais fácil, sobretudo em pleno ato de fazer compras ou pedir comida num restaurante. É assim que antes de pedir qualquer coisa da vitrina, a minha primeira pergunta é sempre: "Pode dizer-me se isto é vegan, por favor?". Sem qualquer surpresa, posso dizer que cerca de 90% das vezes a resposta é um redondo "não". 
Perdi a conta às vezes que fui tomar um café com as minhas amigas e a ficar-me mesmo só pela bica, enquanto elas se deliciavam com a doçaria. Outras vezes em que lá conseguia arranjar um bolito vegano na maioria era um qualquer paralelepípedo sensabor e sem qualquer trabalho criativo por trás. Oh, por favor, os olhos também comem!! Imagino que seja por episódios como este que ainda existe o mito que a comida vegana é desprovida de saber e beleza. Enfim...

Pois bem, cansei-me!! Venho aqui dizer que isso é uma grade mentira. Aproveito ainda para informar que é possível fazer um bolo fantástico sem um único ovo, simmmm! 
Sou uma fã da pastelaria e culinária de uma forma geral - mais de fazer que de comer, por estranho que pareça. Normalmente perco-me e faço bolo a mais, acabando depois por levar para as minhas colegas do escritório. Adorammmm e dizem-me sempre "ai, nunca imaginaria que isto é vegan...". Pois é... é possível sim.
Há uns dias fui a um barbecue a casa de uma amiga e levei um tuperware cheio de bolachinhas (3.ª foto). Bom, desapareceram em 5 minutos. Ainda me perguntaram se eu tinha mais guardadas na mala. Como é da praxe, só no fim disse que as bolachas eram veganas. A reação foi de estranheza e dúvida: "não é possível", diziam-me... Lá está, o mito!
Em cima deixo umas fotos de uns docinhos que fiz recentemente. Aliás, os cupcakes foram feitos hoje mesmo. Só posso dizer que ficaram uma delícia!

05/03/2012

Voltei-me para os crafts... outra vez...


É assim mesmo, não consigo ficar muito tempo longe dos meus trapos e linhas. Dei por mim nos últimos dias a fazer uma bolsinha para o meu telemóvel. Esta é uma daquelas coisas que até se pode comprar por um preço atrativo, mas a verdade é que não encontrei nenhuma que gostasse. Fiz então esta com uns restinhos de tecido e feltro que tinha cá por casa. Tive de coser tudo à mão, uma vez que a minha amada máquina de costura está a milhares de km de distância, mas valeu a pena. Tecido por fora, feltro por dentro com uma esponjinha pelo meio - para dar proteção ao telemóvel.
A bolsinha tem feito um sucesso junto das minhas amigas, que me perguntaram imensas vezes onde a comprei :)

29/02/2012

Horta - primeiros passos

Rebentos de alface 4 dias depois de semear

Plantar vegetais é uma das coisas mais gratificantes que se pode fazer. Há 3 anos que comecei a enveredar por este caminho de jardinagem/mini-agricultura e cada ano a recompensa vai sendo mais significante. O primeiro ano foi a desgraça total, perdi quase tudo para as lesmas e outros bicharocos que se passeiam pelo jardim à noite. Era literalmente num dia ter alfaces jovens com folhas verdejantes e no dia seguinte de manhã... Nada! Muitíssimo frustrante!!
No segundo ano passei um Verão inteiro a fazer saladas com as alfaces enormes e saudáveis do meu jardim. Tive também muitas couves e algumas batatas. Colhi uma abóbora e um pepino, mas isso nem conta... 
Este ano, decidi seguir à risca os tempos de semear (coisa que não fazia antes). Arranjei um daqueles calendários com a lista de legumes que contém todas as fases desde o semear até ao colher e meti mãos à obra. Por esta altura tenho vasos improvisados (as caixinhas de plástico dos cogumelos...) com sementes de 3 tipos diferentes de alface, bróculos, pimentos, chillies, ervilhas, feijão e pepino. 
Tal não foi a minha surpresa quando apenas 4 dias depois de semear tudo, comecei logo a ver os primeiros rebentos! Começaram as alfaces, depois os bróculos e os pimentos. Não me aconteceu nos anos anteriores, como tal vou assumir que foi por seguir o tal calendário de plantação. Será o que farei de agora em diante :)
A fotografia acima mostra as alfaces 4 dias depois de ter colocado as sementes na terra. Na verdade acho que semeei demais... Provavelmente vou ter de fazer o que fiz no ano passado com as couves - ofereci umas 20 a amigos. Com o preço a que os legumes estão nos supermercados, uma oferta destas é sempre bem vinda.

Ah, estou também a experimentar semear as plantas das bagas goji. Não tenho muita esperança, mas não custa tentar.
Cada vez gosto mais de passar tempo a cuidar do jardim e (mini-)horta! É super relaxante e terapêutico. Já nem me imagino a viver numa casa sem espaço para plantar os meus legumes e flores.

Em Março é a vez de semear abóbora, tomate, cebola e beringela :)

11/02/2012

Receita para trufas de chocolate veganas

A pedido de algumas almas gulosas, aqui fica a receita para as trufas do post abaixo.

Ingredientes:
1/2 chávena de amendoins (há quem use caju ou amêndoa... fica ao gosto de cada um)
1/2 chávena de água
1 chocolate negro de cozinha
algumas passas a gosto para o recheio
chocolate em pó

Preparação:
1 - Colocar os amendoins e a água na trituradora e triturar até que se forme uma pasta quase líquida
2 - Derreter completamente o chocolate em banho-maria
3 - Tirar o chocolate do fogo e esperar que esfrie uns minutinhos e incorporar depois a pasta de amendoins e água. Misturar muito bem.
4 - Levar ao frigorífico por um mínimo de 2 horas
5 - Tirar do frigorífico e formar bolinhas com a mistura, colocando uma passa por dentro
6 - Envolver em chocolate em pó

Depois é só guardar no frigorífico até servir :)

09/02/2012

06/02/2012

Vai uma mousse de manga?


Esta é com certeza uma das sobremesas de preparação mais simples e rápida. Fi-la completamente vegana!
Sim, tive de fazer eu própria o leite condensado a partir de leite de soja, o que levou algum tempo, mas posso confirmar que vale a pena. Ficou uma delícia!
Puré de manga, natas de soja batidas e leite condensado de soja e voilá!

Brrrrr... Que frio!


A primeira leva de neve dez-se sentir por aqui há uns dias. Comparado com anos anteriores já veio tarde, mas veio!
Gosto do Inverno, apesar do frio de bater os dentes e dos quilos de várias camadas de roupa que tenho de vestir. Mas, e este é um grande "mas", continuo a preferir o calor do Verão do Sul da Europa... Pois, cá para o Norte os dias quentes são escassos e deixam saudades durante o resto do ano. Uma vez Portuguesa, sempre Portuguesa, não há como mudar isso!

Já me arrependo de não ter comprado uns daqueles botins coloridos que existem por aqui em tudo quanto é sapataria. Não há nada melhor para andar por cima do manto branco e escorregadio de neve. Ah, e para a chuva também são fantásticos. 

30/01/2012

Não há céu como o céu de Lisboa

As saudades do cantinho à beira-mar plantado dão-me para isto...
Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
(...) 

Alexandre O'Neill
Um quick update ao post...
Vou finalmente dar um pulinho a Lisboa em Julho!! Sim, faltam alguns meses, mas quando se reservam os bilhetes ficamos com aquela sensação de ansiedade como se partíssemos já amanhã! É assim que me sinto neste preciso instante. Ai que saudades de Lisboa...

29/01/2012

Preparando o jardim de Inverno



Hoje foi dia de fazer bolo de limão e de começar a planear o que vou semear no meu jardim nas próximas semanas. 
Alface, pepino, bróculos, ervilhas e talvez beringelas. Já comprei algumas sementes e outras tantas tenho ainda guardadas de plantações anteriores. Tive tantas alfaces no ano passado que durante uns quantos meses tinha um abastecimento constante de salada para acompanhar cada refeição - diretamente do jardim para o prato!
Espero conseguir ter mais umas plantações este ano. Pode ser que compense as que perdi o ano passado, ou seja, tudo à exceção de couves alfaces e tomates! 
É preciso é paciência, carinho e dedicação...

23/01/2012

Africanizando-me

Tenho andado aqui às voltas com uns tecidos que são as minhas jóias do momento. Comprei-os durante o tempo que estive por dois países de África e desde então tenho-me perdido a olhar para eles, embora sem saber bem o que lhes fazer.

Desde que me mudei para uns quantos milhares de kms do meu país, o cantinho Português, nunca mais peguei numa máquina de costura. Deixei, aliás, ficar a minha para trás, sozinha e abandonada, numa caixa algures. Eu sei... Isso não se faz...
Sinto a falta dela, ou talvez do tempo que passava agarrada a ela, a criar, coser e remendar. Quem tem uma lá por casa (e tem amor por estas coisas) sabe bem como é fascinante começar qualquer peça do nada e terminar no mesmo, ou poucos dias depois, com um sorriso enorme e um sentido de missão cumprida!

Os dias de vender as minhas peças nos mercadinhos solarengos de Portugal já lá vão, mas às vezes apetece matar saudades... Verdade é que, com o tempo que preciso de dedicar à minha ocupação corrente, sobra muito pouco para dar uso às minhas skills de amante das artes da costura (e outros artesanatos!). Mas não consigo evitar que a minha mente fuja para lá de quando em vez.

Ando com os olhos postos numa máquina de costura baratinha. A ver vamos se cometo a loucura de retornar a estas lides, mais cedo ou mais tarde... Hmm...

20/01/2012

À saída do túnel

Só há uns dias percebi que ainda tenho a tua fotografia na minha secretária lá do trabalho. Estamos, aliás, os dois nela. Sorrimos como se nada de grave nos pudesse vir a afetar algum dia. Lembro-me perfeitamente de quando a tirámos.
Queríamos incluir as nossas princesas felinas na “foto de família” e por isso aguardámos que a sua natureza de animais “com bichos carpinteiros” nos permitisse ter um segundo sem o “mexe para lá, mexe para cá, arranha o sofá” do costume. De pouco adiantou, claro está. Ficaram ainda assim com uma expressão de quem não queria estar ali… Enfim… Quem tem gatos por casa sabe bem que não vale a pena dizer-lhes o que fazer - não me queixo, aprendi há muito o meu papel nesta relação de respeito mútuo.

Ainda penso muito em ti, em nós, aliás. Isto é sobretudo verdade quando me encontro comigo mesma nos momentos de silêncio do meu quotidiano. Quando me sento no sofá ou deito à noite na cama e não oiço qualquer som para além dos meus pensamentos. Com estes vêm atreladas as imagens de um passado feliz e de um hipotético futuro que se avizinhava igualmente sorridente.
O silêncio tem este poder de nos forçar a encontrar os nossos fantasmas e questionar a vida de uma forma geral. O silêncio e a cortina escura da noite, a mesma que me traz à mente as silhuetas desenhadas pela minha imaginação… Talvez assim se explique porque tantas vezes mantenho uma luz acesa enquanto durmo. Não sempre, mas nas noites em que me sinto mais sozinha e, por isso, mais acompanhada pelos pensamentos ruidosos que insistem em não me deixar pregar olho.
Mas é normal, ou assim se diz, que os efeitos secundários de uma separação incluam todos os sintomas acima mencionados e outros tantos.

Sei que o facto de ter conhecido outra pessoa me devia ajudar, mas continuar na casa onde nós partilhávamos tantos momentos não parece aliviar o processo. Tudo me traz à memória a tua pessoa.
Na impossibilidade de mudar de casa, como tu aliás fizeste, confio no tempo como conselheiro e terapeuta para me ensinar a esquecer-te, ou pelo menos, para me lembrar que a minha vida continua sem o “nós”.

A forma como reagimos perante uma separação diz muito sobre nós. Todos passamos por um período de negação, a que geralmente se segue uma aceitação algo dolorosa. Nesse espaço de tempo, que pode ser mais ou menos curto, deixamo-nos viver num limbo de incertezas onde o desleixo toma conta das nossas rotinas – ou daquilo que eram as nossas rotinas. Perde-se o sentido das coisas simples como cozinhar, comer, vestir bem, sair à rua. Na verdade, tudo o que fazíamos anteriormente transforma-se em qualquer coisa totalmente irrelevante. “Para quê?”, perguntei a mim mesma tantas vezes.
De alguma forma, no entanto, lá encontramos uma luz ao fundo do túnel que nos guia até à saída deste lugar escuro. É essa mesma luz que nos indica o caminho para uma vida renovada. E sorri-se de novo. Aprende-se a sorrir de novo. 

09/01/2012

"Uma casa Portuguesa, com certeza"

Quem me dera encontrar-me já num ponto da minha vida onde pudesse comprar uma casinha pequena e acolhedora, de paredes níveas e portadas de madeira. Esta casa podia ser pelo Alentejo, numa vila sossegada, ou por outro qualquer canto do país, onde não faltasse beleza e boa vizinhança. 

Esta casa teria um chão de madeira embelezado pela pátina do tempo, janelinhas cravadas em paredes grossas e fortes, formando nichos para vasos com alecrim e outras plantas cheirosas. Nesta casa colocaria cortinas claras que esvoaçariam com a brisa do fim de tarde de Verão... Um sofá grande e confortável voltado para uma lareira que me manteria quente no Inverno e à frente da qual os meus gatos e cães pudessem dormir sossegados... 

Nesta casa teria um espaço para a minha máquina de costura, pilhas de tecidos, cavalete, caixas de tintas de óleo e pincéis. Uma cozinha com um balcão suficientemente grande para cozinhar para os amigos e família aos domingos e um quarto onde só à paz fosse permitido acesso. 

Esta casa teria um jardim onde pudesse plantar os meus legumes favoritos e um alpendre com uma rede para apanhar banhos de Sol nas manhãs de Verão...

Anseio por um momento em que possa meter as chaves à porta de uma casa assim. A minha casa.